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Programação completa em: /programacao
- 07h59
- 06Oct
/historiasdoesporte
Uma Série C que não está nos campos é destaque do programa de hoje, às 19h45
Para você que quer entender um pouquinho do que acontece no país do futebol e em alguns dos seus vizinhos
- 07h30
- 19Aug
/boxe
VÍDEO: Servílio conta como ganhou a primeira medalha olímpica do boxe brasileiro
O peso mosca Servílio de Oliveira conquistou o bronze nos Jogos Olímpicos de 1968, aos 20 anos de idade. Nesta reportagem do programa Histórias do Esporte ele dá mais detalhes de como foi
- 22h57
- 27Jul
/boxe
VÍDEO: A Noite Do Boxe no É 10
A história do programa que relembrava os grandes momentos do esporte que é uma paixão mundial
- 22h57
- 27Jul
/telesantana
VÍDEO: As Histórias do Esporte no É 10
Ronaldo Kotscho explica o conceito do programa. Jornalismo puro, verdadeiro e desbravador. O melhor da ESPN Brasil
Pequenos, Ronaldo e Ricardo gostavam muito de ler jornais. Quando cresceram, os netos do jornalista tcheco Matheus Repholz, morto durante a cobertura da Segunda Guerra, não quiseram outra coisa senão fazer reportagens. Eis o DNA dos irmãos Kotscho, do sangue que corre nas veias de Ronaldo, o Alemão, do Histórias do Esporte.
Ronaldo Kotscho foi levado ao Estadão em 1967, por Ricardo. A vaga era no caderno de esportes, que tinha José Maria de Aquino na chefia de reportagem. “Pega umas laudas e vai cobrir o mundial de ciclismo, no Ibirapuera”. Com a curiosidade que era natural dele, perguntou de tudo ao então técnico da seleção brasileira de ciclismo. O raio x do esporte agradou a todos no jornal. Ronaldo foi designado para fazer o mesmo com todos os outros esportes, que não tinham muito espaço na imprensa.
Em 1970, Aquino levou Ronaldo para a Placar, onde ficaria até 1986, mas não na mesma função.
Diante de um convite para retornar ao Estadão, Kotscho foi intimado a ficar pelo fotógrafo Zé Pinto “por que você não vem para a fotografia”, perguntou, apostando com olhar certeiro que daria certo. Kotscho topou na hora: “a fotografia pagava melhor na época”.
Depois de alguns jogos entre cliques e as matérias, Kotscho acabou fazendo uma foto fantástica num Santos x Paulista de 1974. Juca Kfouri, então diretor da Placar, adorou a imagem: Ronaldo Kotscho seria repórter-fotográfico dali em diante.
Saiu da Placar após 16 anos e foi para a Alemanha, como correspondente da Abril. Na volta, passou por várias revistas da editora e, em 1994, surgiu a televisão. Voltou a escrever como redator e editor no SBT. Amadureceu com Roberto Salim o projeto do que viria a ser o Histórias do Esporte, sua porta de entrada na ESPN Brasil em 1997.
Imagem que diz
Redator, repórter, fotógrafo tanto em revista quanto em jornal, cinegrafista, produtor, editor em televisão. Ser jornalista com tantas possibilidades nasce de um desejo que vem de seu início na fotografia, em 1974. “Meu desafio era poder contar a história de um jogo com uma foto. Queria que as fotos falassem como os textos”.
Ronaldo Kotscho foi levado ao Estadão em 1967, por Ricardo. A vaga era no caderno de esportes, que tinha José Maria de Aquino na chefia de reportagem. “Pega umas laudas e vai cobrir o mundial de ciclismo, no Ibirapuera”. Com a curiosidade que era natural dele, perguntou de tudo ao então técnico da seleção brasileira de ciclismo. O raio x do esporte agradou a todos no jornal. Ronaldo foi designado para fazer o mesmo com todos os outros esportes, que não tinham muito espaço na imprensa.
Em 1970, Aquino levou Ronaldo para a Placar, onde ficaria até 1986, mas não na mesma função.
Diante de um convite para retornar ao Estadão, Kotscho foi intimado a ficar pelo fotógrafo Zé Pinto “por que você não vem para a fotografia”, perguntou, apostando com olhar certeiro que daria certo. Kotscho topou na hora: “a fotografia pagava melhor na época”.
Depois de alguns jogos entre cliques e as matérias, Kotscho acabou fazendo uma foto fantástica num Santos x Paulista de 1974. Juca Kfouri, então diretor da Placar, adorou a imagem: Ronaldo Kotscho seria repórter-fotográfico dali em diante.
Saiu da Placar após 16 anos e foi para a Alemanha, como correspondente da Abril. Na volta, passou por várias revistas da editora e, em 1994, surgiu a televisão. Voltou a escrever como redator e editor no SBT. Amadureceu com Roberto Salim o projeto do que viria a ser o Histórias do Esporte, sua porta de entrada na ESPN Brasil em 1997.
Imagem que diz
Redator, repórter, fotógrafo tanto em revista quanto em jornal, cinegrafista, produtor, editor em televisão. Ser jornalista com tantas possibilidades nasce de um desejo que vem de seu início na fotografia, em 1974. “Meu desafio era poder contar a história de um jogo com uma foto. Queria que as fotos falassem como os textos”.
Página do Ronaldo Kotscho