ESPN
- Sugestões da Redação:
- /programacao
- /blogs
- /tabelas
- /paulocalcade
- EXPN
- ESPN360
- Patrocínio do site
- Cadastro / Login
- Faça seu cadastro de fã do Esporte
-
/adrianasaldanha
-
/alexandreoliveira
-
/alextseng
-
/andreargolo
-
/andrekfouri
-
/andreplihal
-
/anterogreco
-
/ariaguiar
-
/arnaldoribeiro
-
/caiosalles
-
/carlagomes
-
/carloslima
-
/celsounzelte
-
/ciceromello
-
/cledioliveira
-
/conradogiulietti
-
/deniseelias
-
/eduardoaffonso
-
/eduardoelias
-
/eduardomonsanto
-
/everaldomarques
-
/fernandocaetano
-
/fernandocalazans
-
/fernandogavini
-
/formiga
-
/gerdwenzel
-
/helvidiomattos
-
/joaocarlosalbuquerque
-
/joaocastelobranco
-
/joaofagiolo
-
/joaopalomino
-
/josetrajano
-
/jucakfouri
-
/kdra
-
/kittybalieiro
-
/lilianfernandes
-
/lucianosilva
-
/luisalbertovolpe
-
/luiscalvozo
-
/luizcarloslargo
-
/lyannekosaka
-
/marcelodilallo
-
/marceloduarte
-
/marcioguedes
-
/marcoantoniorodrigues
-
/mauriciojahu
-
/maurocezarpereira
-
/mendelbydlowski
-
/otavioneto
-
/patricialopes
-
/patti
-
/pauloandrade
-
/pauloantunes
-
/paulocalcade
-
/paulocampos
-
/paulosoares
-
/paulostein
-
/pauloviniciuscoelho
-
/renanrocha
-
/renatafalzoni
-
/robertosalim
-
/rodrigobueno
-
/rogeriovaughan
-
/ronaldokotscho
-
/rougetmaia
-
/rubenspozzi
-
/sabia
-
/sergiokoln
-
/sergioprado
-
/silviolancellotti
-
/viniciusnicoletti
-
/vivianmesquita
Saiba mais sobre os talentos da ESPN /talentosdacasa Conheça os colunistas do site /colunistas
mais talentos menos talentos- /acaminhodepequim
- /acopadomundoenossa
- /aventurascomrenatafalzoni
- /batebola
- /boanoitepequim
- /boladavez
- /bomdiapequim
- /brasilolimpico
- /caravanadoesporte
- /circuitodoadeus
- /deolhonatela
- /deolhonatela1
- /dizquefuiporai
- /erapidinho
- /foradejogo
- /futebolnomundo
- /historiasdoesporte
- /jornaldohandebol
- /jucaentrevista
- /limite
- /linhadepasse
- /loucosporfutebol
- /marbrasil
- /memoria
- /mundo2rodas
- /oburaconegrodofutebol
- /pequimdeaaz
- /perfiles
- /planetaexpn
- /pontapeinicial
- /pordentrodogolfe
- /pordentrodovolei
Programação completa em: /programacao
VÍDEO: Sem dores, Zé Luis corre no gramado do CT
O volante está evoluindo dentro do esperado pelo departamento médico são-paulino e faz crescer sua chance de voltar ao time na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, neste domingo, contra o Vasco
Veja mais- 02h47
- 20Nov
Kaká minimiza vitória pessoal sobre Cristiano Ronaldo
Com um futebol rápido e objetivo, o craque brasileiro não fez seu gol, mas foi decisivo para a seleção alcançar a impressionante goleada por 6 a 2 sobre Cristiano Ronaldo e companhia
- 02h40
- 20Nov
VÍDEO: René aposta em Maicon como titular
O técnico René Simões modificou a escalação que vai usar contra o Internacional e vai usar Maicon como titular
- 02h35
- 20Nov
VÍDEO: Evolução fora de casa marca arrancada do São Paulo
A arrancada que levou o São Paulo à liderança do Brasileiro pode ser justificada com muitos argumentos, e um deles com certeza é o desempenho da equipe longe do Morumbi no segundo turno
- 02h32
- 20Nov
VÍDEO: Renato Gaúcho diz que jogo contra o São Paulo será uma guerra
Joílson e Renato Gaúcho encaram o jogo contra o São Paulo como uma guerra para os dois times
- 02h25
- 20Nov
Procurador revela: Palmeiras conseguiu dinheiro para manter Kléber
Nesta quarta-feira, o procurador do jogador, Giuseppe Dioguardi, revelou que o Palmeiras tem disponível US$ 4 milhões (cerca de R$ 8,5 milhões) para viabilizar a negociação em definitivo com o Dynamo de Kiev, da Ucrânia
A religião dos operários
Para celebrar a data de seu patrono, São João, até hoje a cidade italiana de Florença organiza um espetáculo que tem origem na Idade Média: um torneio de calcio storico, envolvendo quatro equipes. É jogado em praça pública, com 27 jogadores em cada time, quatro deles goleiros. As regras são semelhantes às do futebol e, embora calcio em italiano signifique pontapé ou chute, vale carregar a bola também com as mãos. Além disso, é permitido agarrar o adversário, como no rúgbi, e com freqüência o jogo degenera em furioso quebra-pau.
Os italianos dizem que se trata do verdadeiro antepassado do futebol moderno, que, aliás, continuam chamando de calcio. Mas alguns especialistas vão muito mais longe, afirmando que o hábito de chutar bola vem de 25 séculos antes de Cristo, num jogo em que a bola era de pele de animal recheada com ferragens (com ferragens!), o que fazia de cada chute um sacrifício compatível mesmo com os rituais religiosos ou com a preparação militar que eram de fato seu objetivo.
De toda forma, não há dúvida de que o futebol de hoje surgiu no século XIX, na Inglaterra, quando a aristocracia se permitiu entrar na brincadeira que há séculos divertia o populacho: chutar bola. As escolas de elite começaram a regulamentar o jogo entre os alunos. Em seguida, puseram regras também nos jogos entre operários, como forma de limitar a violência e as lesões que traziam prejuízo à produção industrial. Mais do que isso, os patrões contavam com aquele passatempo – desde que desfrutado de forma ordeira e controlada – para afastar o proletariado das reivindicações políticas. Em curtíssimo espaço de tempo o futebol se tornou esporte de massa. Ou, como definiu o historiador inglês Eric Hobsbawn, "a religião leiga da classe operária".
Trinta milhões em ação
Com uma força de atração muito maior do que qualquer outro esporte, o futebol se espalhou pela Europa e não precisou mais do que cinqüenta anos para se implantar no resto do mundo ocidental. Foi assim no Brasil, onde a partir do pioneiro Charles Miller, no fim do século XIX, os clubes começaram a surgir e proliferar. Paixão instantânea, maior ainda a partir dos anos 1920 e bem registrada nas fotos das platéias que lotavam nossos primitivos estádios, como o do Velódromo e o da Floresta, em São Paulo, da mesma forma como ocorria no Uruguai, na Argentina, pela América do Sul.
Os campeonatos estaduais tomaram corpo pelo país. Os jogadores passaram a receber prêmios em dinheiro e em 1933, no Rio e em São Paulo, surgiram as primeiras ligas de clubes profissionais. Em 1950, inicia-se a disputa do Torneio Rio-São Paulo, que serviria de base para a criação de campeonatos de abrangência nacional. Em 1959, foi criada a Taça Brasil e em 1967, o Torneio Roberto Gomes Pedrosa, com participação de um número maior de clubes. Daí nasceu, em 1971, o Campeonato Brasileiro de Futebol.
Os países sul-americanos se enfrentavam desde 1916 pela Copa América, o primeiro torneio interseleções instituído no mundo. O Uruguai, primeiro, depois a Argentina mantiveram a hegemonia continental até que a partir da Copa do Mundo de 1958, produzindo um número insuperável de craques, o Brasil passou a dominar – e, como se sabe, não só a América do Sul.
Segundo a Fundação Getúlio Vargas, em números redondos são 30 milhões os praticantes de futebol no país – cerca de 16% da população –, divididos em 800 clubes e 13 mil times amadores. Estão inscritos em federações 11 mil jogadores.
Brasileiros históricos
Pelé, o maior jogador da história do futebol. Recebeu do jornal francês L'Équipe, em 1981, o título de Atleta do Século de todos os esportes. Em 1999, depois de votação internacional, o Comitê Olímpico Internacional também o declarou Atleta do Século.
Garrincha, certamente o mais original jogador de futebol de todos os tempos, terror das defesas adversárias, foi fundamental nas conquistas brasileiras das Copas do Mundo de 1958 e 1962. Jogando junto com Pelé, jamais perdeu um jogo sequer pela Seleção.
Zico, meia-atacante muito hábil, rápido, organizador de jogo e arrematador implacável, marcou 826 gols na carreira, 67 deles pela Seleção, da qual é o terceiro maior artilheiro. Campeão mundial interclubes pelo Flamengo, defendeu o Brasil nas em quatro Copas do Mundo.
Gilmar, considerado um dos dez maiores goleiros do mundo pelo soviético Lev Yashin, uma legenda na posição. Ganhou seis títulos pelo Corinthians e dezoito pelo Santos. Jogou 103 vezes pela Seleção e foi bicampeão do mundo em 1958 e 1962.
Nilton Santos, lateral-esquerdo, considerado o melhor do mundo na posição, jogou pela Seleção Brasileira em quatro Copas do Mundo, vencendo o bicampeonato de 1958/1962. Titular do Botafogo carioca desde 1948, só deixou o clube em 1964, quando se aposentou como jogador. Revolucionou a lateral-esquerda, subindo ao ataque com freqüência. Era chamado de “Enciclopédia”, de tanto que conhecia sobre o futebol.
Estrangeiros históricos
Maradona, meia-atacante argentino, por muitos considerado o segundo maior da história. Forte apesar de baixinho, dotado de um controle de bola mágico, finíssimo drible, arranque irrefreável e inteligência superior nos passes, fez história no Argentinos Juniors, no Boca Juniors, no Barcelona, no Napoli. A vitória da Argentina na Copa do Mundo de 1986 deve ser creditada quase inteiramente a ele.
Di Stefano, atacante argentino e também de nacionalidade espanhola, defendeu a seleção natal, além da colombiana e da espanhola. Foi artilheiro da Argentina em 1947, da Colômbia em 1951 e 1952 e da Espanha em 1954 e de 1956 a 1959. Quando parou de jogar, aos 40 anos, depois de defender o Espanyol, tinha se tornado o maior goleador na história da primeira divisão espanhola, com 528 gols em 329 partidas.
Beckenbauer, líbero alemão de fina técnica e senso de liderança, capitão de todos os times em que jogou, distinguia-se em campo por uma elegância marcante. Porte ereto, cabeça alta, armava contra-ataques fulminantes. Foi campeão do mundo com a Alemanha em 1974 e tricampeão da Liga dos Campeões da UEFA com o Bayern de Munique. Parou de jogar depois de defender o Cosmos de Nova York, ao lado de Pelé. Foi técnico da Alemanha em duas Copas, saindo campeão na de 1990, tornando-se então o segundo homem a ganhar o Mundial como jogador e como técnico (o primeiro foi Zagalo).
Cruijff, meia-atacante holandês, revolucionário do futebol por ser ao mesmo tempo um jogador tático, ofensivo, vistoso, eficiente, de apurado senso coletivo e liderança em campo. Símbolo do “futebol total”, sem amarras e polivalente, representou uma grande inspiração para atletas e técnicos ao despontar no Ajax e na mirabolante Seleção Holandesa na Copa do Mundo de 1974. Muito do futebol dinâmico que se vê hoje nos melhores campeonatos europeus se deve a ele, na prática, e ao técnico Rinus Michels, na teoria.
Buffon, goleiro italiano, entrou na lista da International Federation of Football History & Statistics (IFFHS) como o oitavo da história e o primeiro em atividade na posição, depois de ser indicado três anos seguidos como o melhor, em 2003, 2004 e 2006. Foi campeão do mundo pela Itália em 2006, com defesas salvadoras.
Curiosidades
São pelo menos oito as modalidades oficiais derivadas do futebol de campo, em versões modificadas para quadras ou pisos diferentes: o futsal, o futebol de salão tradicional, o futebol de areia, o society, o indoor soccer ou showbol, o rush goalie (uma espécie de society europeu, sem goleiro fixo), o futebol-de-sete (paraolímpico, projetado para portadores de paralisia cerebral) e o hoje denominado futebol-de-cinco (projetado para deficientes visuais).
São dezessete as regras do futebol, estabelecidas e controladas por uma entidade independente, a International Football Association Board (IFAB), fundada em 1882 exclusivamente para tratar do assunto. Só ela – e não a FIFA – pode alterar as regras, tendo também como função elaborar as normas complementares que se aplicam ao jogo.
O tamanho dos gramados varia, mas tem de ficar dentro dos padrões estabelecidos nas regras. O comprimento pode ir de 90m a 120m; a largura, de 45m a 90m. De uma trave a outra o gol tem 7,32m e a altura entre o travessão e o chão é de 2,44m. As redes não são obrigatórias, mas muito convenientes.
O pênalti é cobrado a 11m do gol.
A FIFA foi fundada em Paris, no ano de 1904, durante uma reunião entre as associações de futebol da
França, Bélgica, Dinamarca, Holanda, Espanha, Suécia e Suíça. A Grã-Bretanha não participou de início, pois não aceitava outra entidade reguladora que não fosse a sua Football Association – depois deu o braço a torcer e ainda teve de agüentar o nome misto de francês: Fédération Internationale de Football Association.
O grito de “olé” nos campos de futebol, tirado das touradas, surgiu em 1958, quando o Botafogo do Rio e o River Plate da Argentina se enfrentaram em um torneio na Cidade do México. Na ocasião, a platéia achou que Garrincha estava deixando o zagueiro Vairo desnorteado como um touro diante dos passos do toureiro, e daí soltou o grito a cada drible que o argentino levava. Ao deixar o campo, Vairo desabafou com técnico Minela: “Não há nada a fazer, é impossível marcá-lo”.
O clube com maior número de títulos nacionais é o Linfield, da Irlanda do Norte, com 81 títulos. Em segundo está o Rangers, da Escócia, com 74 títulos.
O bandeirinha passou a auxiliar o árbitro em 1874, marcando impedimentos e bolas fora. As camisas dos jogadores só foram numeradas a partir de 1950. Os cartões amarelo e vermelho foram instituídos depois da Copa de 1966, inicialmente para evitar confusões como a que houve no jogo Argentina x Inglaterra, em que o meio-campista argentino Rattin deixou o jogo parado, fingindo não entender a língua do juiz que o estava expulsando de campo.
O atacante Fabinho, da Seleção Brasileira Sub-17, marcou o gol mais rápido da história das competições da FIFA, aos nove segundos de jogo contra a Nova Zelândia, no mundial da categoria disputado em 2007 na Coréia do Sul. O jogo acabou 7 a 0.
O Grêmio está no livro Guiness de recordes: jogou três partidas num mesmo dia, 11 de dezembro, pelo Campeonato Gaúcho de 1994: 0 a 0 com o Aimoré, 4 a 3 no Santa Cruz e 1 a 0 no Brasil de Pelotas.
Amílcar Barbuy, meia, brilhou no Corinthians de 1913 a 1923 e no Palestra Italia de 1924 a 1930. Ganhou sete Campeonatos Paulistas e duas Copas Américas, pela Seleção. Não agüentou mais, e declarou: “Vou para a Itália. Cansei de ser amador num futebol onde essa condição há muito deixou de existir, maculada pelo regime hipócrita da gorjeta que os clubes dão aos seus jogadores, reservando para si o grosso das rendas. Durante vinte anos prestei desinteressadamente ao futebol nacional os meus modestos serviços. Que aconteceu? Os clubes enriqueceram e eu não tenho nada, sou pobre, um pária do futebol. Não tenho nada. Vou para o país onde sabem remunerar a capacidade do jogador”. Jogou duas temporadas na Lazio de Roma, como profissional.
Sem nenhuma condição material interna, mas cheio de craques como Marta, Cristiane, Daniela Alves, Kátia Cilene, Pretinha e Sissi, o futebol feminino do Brasil ganhou a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 2003 e 2007, medalha de prata na Olimpíada de 2004 e vice-campeão na Copa do Mundo de 2007.
O América mineiro e o ABC de Natal são os recordistas de títulos de campeonatos estaduais consecutivos.
O América venceu todos de 1916 a 1925; o ABC, de 1932 a 1941.